NexB | Período pós-pandemia vai acentuar faturamento de empresas que sobreviveram à crise | M&A - Fusões e Aquisições, Consultoria Empresarial e Serviços Financeiros

Período pós-pandemia vai acentuar faturamento de empresas que sobreviveram à crise

Período pós-pandemia vai acentuar faturamento de empresas que sobreviveram à crise

Período pós-pandemia vai acentuar faturamento de empresas que sobreviveram à crise

A pandemia da Covid-19 trouxe muitos reflexos à sociedade e um dos setores que mais sofreram com os efeitos da doença foi a economia.

O período, porém, marcou uma intensa mudança de hábitos e da rotina, o que também impactou as ações de empresas de diversos setores.

O que em princípio pareceu o caos, na verdade, foi o start para que muitos empreendedores se reinventassem e superassem as dificuldades que surgiram.

Lidar com perda de clientes, enfrentar a queda de receitas e as consequências das medidas restritivas forçaram empresários a buscarem novos formatos de negócios.

O fim da pandemia, que é uma possibilidade real devido à vacinação, deve marcar o crescimento ainda mais acentuado dessas empresas que sobreviveram ao período.

Fatores como demanda reprimida de mercado e a afinidade com uma nova estrutura de trabalho vão fazer aumentar o faturamento dessas empresas.

A mesma visão de mercado que fez com que empreendedores entendessem o novo comportamento dos consumidores vai ser decisiva paro o crescimento pós-pandemia.

Luiz Fernando Varrone, franqueado NexB Palmas (TO), atribui a sobrevivência e o crescimento dessas empresas a uma série de fatores.

“Reinvenção, readaptação, resiliência, força de vontade, criatividade, superação”, são apontadas por ele como pontos fundamentais para que os efeitos da pandemia fossem superados.

Para o franqueado, além da “receita”, foram necessários observação, planejamento e administração para manter as empresas na pandemia e para o crescimento ao final dela.

Números mostram que período de pandemia fez crescer o empreendedorismo

O ano de 2020 foi marcado pelo crescimento volumoso do número de empreendedores no Brasil.

Somente nesse período foram abertas 3,36 milhões de empresa, o que representa um saldo positivo de 2,3 milhões de novos CNPJs.

Nesse cenário, os MEIs (Microempreendedores Individuais) são responsáveis por uma aumento recorde, de aproximadamente dois milhões de empresas.

Esses profissionais, em grande parte, são pessoas que perderam os empregos em companhias impactadas pela pandemia e se lançaram no mundo dos negócios.

Os números são do Sebrae e apontam para uma nova realidade: o uso da internet e das redes sociais como ferramenta de negócio.

Outro dado que chama a atenção é o fato de quase 25% da população adulta estar ligada a novos empreendimentos.

Essa fatia da população forma um grupo que abriu um negócio ou está em empresas com até três anos e meio de atividade.

O sucesso desses empreendimentos está diretamente ligado às tomadas de decisões corretas, aos estudos de viabilidade e às análises de mercado. “O mercado será de quem souber trabalhar a se adaptar”, é o que considera Luiz Fernando Varrone ao comentar sobre o assunto.