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Para uma ambiente mais inovador a diversidade e inclusão de mulheres é essencial

Para uma ambiente mais inovador a diversidade e inclusão de mulheres é essencial

Para uma ambiente mais inovador a diversidade e inclusão de mulheres é essencial

Estamos no mês historicamente dedicado a mulher e cada vez mais a pauta em sites, artigos, blogs de negócios e a própria   imprensa tradicional traz o tema sobre a importância da presença da mulher nas empresas para gerar inovação e aumento da participação da mulher nas Empresas de Tecnologia. 

O site https://administradores.com.br/noticias/diversidade-e-inclusao-de-mulheres-nas-empresas-e-fundamental-para-gerar-inovacao  relata que “ Apesar do crescimento de negócios inovadores no país, como as startups, a presença feminina dentro de ecossistemas de inovação ainda é mínima. No Brasil, 4,7% das startups foram fundadas exclusivamente por mulheres e 5,1% por homens e mulheres. Os dados são do estudo Female Founders Report realizado pelo Distrito Dataminer, em parceria com a B2Mamy e Endeavor, no ano passado.”

Um cenário que segundo a Coordenadora do Sebrae feminino Renata Malheiros ressalta que “o estímulo à diversidade dentro das empresas, com a maior participação de mulheres e outros grupos, torna o ambiente mais criativo e aberto à inovação, o que garante maior competitividade no mercado.”

“Quanto mais diversidade, mais criatividade, que é a mãe da inovação. Em um ambiente diverso, onde você encontra o diferente, há mais abertura para pensar de maneira inovadora. As startups, por exemplo, estão buscando resolver problemas do mundo real, que é diverso e heterogêneo, por isso que as chances de dar certo aumentam quanto maior diversidade houver nesse ambiente”

 Esse tema traz a luz que não dá mais  para negar que apesar da dificuldades das mulheres  neste segmento e a importância no momento que vivemos em relação ao empoderamento feminino e também sua ascensão num mercado tradicionalmente ocupado por homens , o site  https://economiasc.com/2021/06/29/nos-queremos-mulheres-na-lideranca-de-empresas-de-tecnologia/

A Exemplo de uma mulher  que conseguiu romper barreiras relata   “a Gabriela Tedesco, administradora pela Cass Business School, a escola de negócios da City University of London e que atualmente é analista de marketing e relacionamento com investidores na Invisto. Nós queremos mulheres na liderança de empresas de tecnologia”. Neste momento estamos no fundraising de um novo fundo de venture capital, que tem o objetivo de captar R$ 100 milhões para serem investidos em empresas de inovação e tecnologia.”

“Parte deste fundo será direcionado para startups chefiadas por mulheres e isso nos motiva a encontrar essas possíveis candidatas, o que de certa forma tem se mostrado um desafio.

O artigo ainda ressalta pesquisas como “De acordo com a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, publicada na Infomoney, as mulheres representam 50% dos empreendedores em estágio inicial e 43,5% dos empreendedores estabelecidos no Brasil.

Há 24 milhões de mulheres empreendendo no Brasil e, em 2020, a Associação Brasileira de Startups (ABStartups) mapeou mais de 12 mil empreendimentos no país. Diante disso, identificou que apenas 15,7% têm à frente uma mulher. 

Segundo uma pesquisa da plataforma de inovação Distrito, que foi publicada também na InfoMoney, a participação de mulheres como sócias de startups fica apenas entre 11% das fintechs e 25% das legaltechs.  No ano passado, apenas 2,3% do capital foi para startups que tinham ao menos uma mulher no quadro de fundadores, segundo Crunchbase.

Conforme estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que foi publicado na Forbes, as mulheres irão ultrapassar os homens em termos de representatividade na força de trabalho no Brasil na próxima década. Para garantir que uma proporção razoável destas ocupações sejam empregos de alto nível, há muitos problemas a serem endereçados. É por isso que cada vez mais estamos vendo iniciativas que visam incluir, motivar e capacitar mulheres na área de tecnologia. 

Segundo pesquisa da Spencer Stuart Board que foi compartilhada pela Economic News Brasil, pela primeira vez, todas as empresas que compõem o índice de ações americanas S&P 500 têm ao menos uma mulher no conselho, isso é poderoso. Em dezembro do último ano, a Petrobras lançou seu primeiro Plano de Equidade de Gênero com ações para a promoção da diversidade e programa de mentoria para lideranças femininas, que tem o objetivo de apoiar o desenvolvimento de mulheres a cargos mais altos. 

A XP Inc. criou o coletivo feminino MLHR3, que fomenta grupos e comunidades internas para discussões e implementação de ações, treinamento para lideranças, e mentoria de carreira para mulheres. A Microsoft Brasil começa a investir, por meio de seu braço de venture capital, em startups que tenham ao menos uma mulher entre os sócios.

Temos visto também essa mudança em fundos de venture capital, como a Maya Capital de duas jovens gestoras mulheres e que também criaram um programa gratuito, a Female Force, focado em conectar mulheres e capacitá-las em temas essenciais para a tração de startups. O Nubank é um exemplo de startup com uma co-fundadora poderosa, que hoje é CEO de um unicórnio brasileiro. Cristina Junqueira, além de virar capa da Forbes, estava grávida de 40 semanas na foto da revista. O que para muitos pode ser apenas uma foto, para nós mulheres, isso mostra que até mesmo o que o mercado de trabalho acredita ser uma desvantagem ou instabilidade, não impede mulheres de serem excelentes profissionais e líderes.  

A B2Mamy, de São Paulo que tem como CEO a super Dani Junco, é a primeira aceleradora que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia através do seu programa de aceleração de startups, B2Mamy Pulse, que também é powered by Google for Startups. Ela visa capacitar mães com uma metodologia única, com ferramentas e soluções para prototipar e validar o seu produto/serviço de forma a encontrar seu mercado e desenvolver o seu negócio “

“No Sul do Brasil, temos visto iniciativas como o grupo temático Mulheres ACATE, que este ano está organizado em comitês específicos como o de Capacitação, de Vagas & Oportunidades e de Negócios, este último coordenado por mim e Flávia Bitencourt. Esse comitê está lançando uma série de eventos gratuitos e abertos ao público, iniciado em 14 de abril, com a primeira edição sobre como fazer um pitch Inesquecível e na sequência sobre investimentos anjos.”

“É fato que já tivemos esse tema por aqui, mas é interessante notar que em poucas semanas, nossos novos integrantes da equipe já perceberam alguns dos desafios enquanto gestores de tecnologia. Recentemente participamos de um evento, onde o CEO de uma dessas empresas inovadoras com uma trajetória brilhante, tão jovem quanto a Gabi, narrava sua história.”

“Naturalmente, expôs que em determinado momento ele e seus sócios tomaram a decisão de negociar um percentual de sua empresa a fim de trazer para o dia a dia a experiência de investidores profissionais que pudessem ajudá-los a crescer, para aprender e errar menos com pessoas mais experientes e que juntos pudessem estruturar os próximos passos e crescer.”

“Esse tipo de iniciativa deve também ser estimulado entre empreendedoras, mulheres no comando de suas empresas. Naturalmente oferecer a oportunidade de investidores fazerem parte dos seus negócios e progressivamente ajudá-las a crescer e desenvolver seus negócios.”

“Trata-se de uma jornada conjunta, que alia vivência operacional e paixão pelo negócios, com governança corporativa e estratégia futura. “

 – via https://economiasc.com